5 Mitos sobre Seguro de Bike

Por Pedro Werneck

Graduando em Publicidade e Parceiro Veloseguro

Publicado em 23 de novembro de 2015. | Atualizado em 11 de dezembro de 2018.


Apesar do aumento nos casos de furtos de bicicleta e deste assunto fazer cada vez mais parte das conversas entre ciclistas, falar em medidas que visam a proteção contra estas ameaças, como o seguro de bike, ainda é novidade e fruto de muita incerteza neste meio.

Desde que tomamos a decisão de criar a Velo e oferecer seguros para os ciclistas, temos respondido muitas dúvidas. Algumas delas mostram que este tema é novo para praticamente todos, e, apesar do grande interesse por este tipo de seguro, a falta de informação acaba gerando como consequência a inércia.

Em 2015 fizemos uma pesquisa com ciclistas de todo o Brasil e aponta para um dado impressionante para a época. Mais de 70% dos cerca de 500 ciclistas entrevistados não conheciam ou não sabiam onde e como contratar o seguro para suas bikes.

Quase 3 anos depois, este número certamente diminuiu bastante, mas ainda encontra muita desinformação e mitos entre os ciclistas mais desinformados.

Afinal, quanto mais informação, melhor. Certo?


1. O seguro de bike é caro

Antes mesmo de conhecer seu custo, muitas pessoas tendem a dizer que é um seguro caro. Entretanto vários aspectos devem ser levados em consideração ao avaliar o real valor desta proteção.

O preço de um seguro completo para uma bike que custa milhares de reais, não é nada se comparado à sua perda, seja por assalto, furto à residência ou até mesmo em um acidente que danifique a bicicleta.

Por exemplo, o prejuízo da perda de uma bicicleta de R$ 5.000,00 equivale a 11 anos de seguro, aproximadamente. E à medida que seu valor aumenta, o seguro diminui, como no caso de uma bike de R$ 35.000,00 cujo prejuízo pagaria 20 anos de seguro.

Isso sem contar a comodidade e segurança que um seguro oferece. Convenhamos, seguros só existem porque imprevistos acontecem.

2. Bicicleta sem nota fiscal não pode fazer seguro

Apesar de ser cada vez maior o número de ciclistas que guardam os documentos de compra da sua bike, seja a nota fiscal ou o recibo, ainda há quem não tenha qualquer documento que sirva como comprovação de propriedade.

A boa notícia é que estes ciclistas não estão excluídos da lista de “seguráveis”. As seguradoras que fazem seguro de bicicletas possuem critérios para permitir que o proprietário que não tenha a nota fiscal, também possa estar protegido por um seguro.

O processo para quem não possui nota fiscal já pode ser feito inteiramente online em algumas seguradoras. Neste caso, a própria seguradora envia um número de Voucher durante o processo de contratação. Esse número deve ser impresso ou escrito em uma folha de papel de forma a ficar legível, e deve constar na foto da bike enviada à seguradora. Conheça aqui todos os seguros de bicicleta disponíveis.


3. O seguro cobre qualquer tipo de roubo

Como já tivemos a oportunidade de mencionar em outro post, existe uma modalidade de furto que não encontra cobertura em nenhum seguro de bicicleta. Trata-se do furto simples, que se caracteriza pelo simples desaparecimento da bike, sem que haja vestígios do crime.

Estes casos ocorrem quando nenhum obstáculo se interpõe ao bandido no momento do furto, como exemplo, uma bike estacionada em uma garagem aberta sem estar presa por um cadeado devidamente afixado em um ponto imóvel, ou mesmo amarrada em um suporte veicular.

Estes casos não são cobertos pelas seguradoras pois, tecnicamente, não há sequer a possibilidade de prova de que houve um furto, ou seja, não há como qualificar o crime.

4. Não dá para fazer seguro de bike montada

Este é mais um mito criado pela falta de informação. Muitos ciclistas ficam em dúvida sobre esse tema e desconhecem que hoje há seguradoras que oferecem recursos para informar separadamente todos os componentes não originais da bike. Inclusive já é possível que todo este processo seja feito online, ao alcance do seu mouse.

É muito importante, contudo, que o ciclista saiba atribuir corretamente o valor integral da sua bicicleta já incluindo todas estas peças para que a seguradora faça a aprovação do valor segurado. Em alguns casos, o ciclista terá que efetuar o mesmo processo daqueles que não possuem nota fiscal.

5 .O valor segurado diminui com o tempo


5. O valor segurado da bike diminui com o tempo

Isto não é verdade se considerarmos o período de vigência do seu seguro e dependendo da opção de seguro escolher. Algumas opções de seguro de fato poderão aplicar a depreciação da bike, mas há opções que deixa fixado até o fim da vigência de um ano, o mesmo valor segurado no início da vigência. Uma vez que a seguradora faz a aprovação do seguro da bike no valor estipulado no momento da contratação, é este valor que deverá prevalecer até o último dos 365 dias em que o seguro vigorar.

A exceção é quando o segurado informa o valor da bike diferente do seu valor atual de mercado. Para isto é muito importante contar com a orientação de um especialista para ter assegurar que a cotação da sua bike não seja super ou subdimensionada, já que não existe uma tabela FIPE para bicicletas.

Se quiser continuar aprendendo sobre seguro de bicicleta, visite nosso blog, assim você receberá nosso conteúdo novo e poderá acompanhar de perto as novidades da Veloseguro.

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